terça-feira, 27 de janeiro de 2015

COLETIVA AFLUÊNCIA. 22/1/2015






















































Mostra coletiva Afluência 22/1/2015 - Café Baroni. 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

domingo, 18 de janeiro de 2015

EXPOSIÇÃO COLETIVA - "AFLUÊNCIA".

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 "Temporada 2015 da Galeria do Café Baroni -Abertura dia 22/01-17 h coletiva “AFLUÊNCIA” a.flu.ên.cia. Representa situação de aumento ou elasticidade de situação ou coisas em quantidade além do normal, abundância, afluxo, convergência, enxurrada, festival, profusão. Fluxo, acesso, concentração, junção, reunião, aluvião, poder, movimento, série, mundo, chuva, confluência, mar, trânsito, frequência, oceano. Diz-se do rio, riacho ou córrego que despeja suas águas em outro maior. “Afluência” representa nossa proposta conceitual para o ano de 2015 no Café Galeria,ela é nossa palavra chave, nosso avatar. Com “AFLUÊNCIA” abrimos nosso ano expositivo. Algumas obras que fazem parte da mostra"

Artistas: andréa facchini, ana tavares, antonio bokel, américa cupello, clarisse tarram, claudia hirszman, eduardo mariz,fábio carvalho , flávio colker, john nicholson, jorge calfo, jung wladimyr, leonardo ramadinha,luiz carlos carvalho, marcio zardo, marcelo oliveira, marco antonio portela, mirela luz, osvaldo carvalho, paulo jorge gonçalves, raimundo rodriguez.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

MONTAGEM DA MOSTRA COLETIVA - AFLUÊNCIA .






Mostra coletiva Afluência  - Montagem. Com Márcia Zoé ramos, Raimundo Rodriguez , Mirela Luz, Antonio Bokel , Jorge Calfo, Osvaldo Carvalho e Paulo Jorge Gonçalves.  15/1/2015 No Café Baroni.



quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

POSSIBILIDADES


Possibilidades - Registro em fotografia 2014

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

PAULO JORGE GONÇALVES POR DENISE RAMOS

Paulo Jorge Gonçalves é o artista plástico que consegue arrebatar em minha alma; em meu sangue. É quase visceral para mim. Suas obras sejam elas aquarelas, xilogravuras, fotografias ou o grafite, São movimentos em direção ao meu olhar, inquietando-o tanto que uma imobilidade envolve meu corpo e não consigo sair de frente da obra até que seja totalmente assimilada pela minha essência de historiadora, mas mesmo sem o racionalismo que nos é peculiar.
Passo pela História de forma atemporal e sinto profundamente o sagrado Feminino no que faz. Parece-me um traduzir da ancestralidade feminina, pois utiliza as formas circulares sempre em comunhão com outro elemento, como se gerasse vida em cada traço que se conecta com o todo da tela.
Eu considero a obra útero ( uma técnica mista feita de aquarelas,  grafite e com seu  ovo no centro que é uma impressão xilográfica), como a melhor expressão deste feminino. Extremamente forte, como uma possibilidade de geração de algo, extremamente novo, provocante e transformador dentro de mim assim que consigo parar a contemplação.
Não há inércia na obra de Paulo Jorge Gonçalves, tudo se realiza no movimento em espiral em direção a quem vê. E como se o vento passasse e trouxesse todos os odores da vida, os perfumes mais efêmeros, a saudade daquilo que ainda não se vislumbrou.
Já possuo a obra : “ Quadrado negro sobre poste” em minha sala, na qual termino meu dia , numa pequena galeria de arte, ao lado de Darel, Iwao e Estella Canziani. A arte rememora, fortalece, inquieta, esculpe novas formas em nossa alma, imprime vida ao dia-a-dia que se torna morno ao longo do tempo.
Uma obra de arte em um ambiente o torna sagrado. Tão sagrado quanto nossos ancestrais, pois nos lembra sempre que a vida é fluídica, provocadora e acima de tudo, que tem momentos únicos que não podem ser perdidos, precisam ser registrados, por nossas retinas ou pelas mãos, olhar e coração de um artista como Paulo Jorge Gonçalves.

Texto Denise Ramos

Mestre em História comparada da Universidade federal do rio de janeiro (UFRJ) , Pesquisadora associada ao grupo Poderes e vulnerabilidades ( UFRJ), pesquisadora associada ao laboratório de Estudos da Diferenças e desigualdades Sociais ( LEDDES) ligado à Universidade do Estado do Rio de Janeiro ( UERJ)




domingo, 21 de dezembro de 2014

SEI QUE ENCONTRAREI II


SEI QUE ENCONTRAREI II - Aquarela, grafite, folha de ouro. 29 x 42 cm 2014

SEI QUE ENCONTRAREI I


SEI QUE ENCONTRAREI I - Aquarela, grafite, folha de ouro, 29 x 42 cm 2014

domingo, 14 de dezembro de 2014

PRIMEIRA BIENAL DE GRAVURA E ARTE IMPRESSA SUL-AMERICANA RIO - CÓRDOBA 2014 - MUSEU EMILIO GARAFFA


Participando da primeira bienal sul-americana de arte impressa, agora em Córdoba. Uma saudação a este povo lindo.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

TERMITEIROS


Termiteiro I - Aquarela, grafite, caneta esferográfica e folha de ouro. 2014

 
                                                 

                 Termiteiro II - Aquarela, grafite, caneta esferográfica e folha de ouro. 2014